Do Triplo Trunfo aos Triunfos

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edital451Editorial da Semana: Vlademir Hernandes

 "Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração." Romanos 12:12.

Nesse texto da Sua Palavra o Senhor nos convoca à prática de três ações que são verdadeiros trunfos para suportarmos as aflições e desafios da nossa vida terrena, que é um breve e transitório momento da nossa vida eterna.

Em primeiro lugar
, o Senhor nos incentiva a encontrar motivos consistentes de gozo não nas circunstâncias da vida terrena que ora são favoráveis e ora não, mas no desfecho vitorioso que Ele prometeu dar àqueles que têm a salvação garantida por Cristo. Aquele que é todo poderoso e garantidor da vitória final convoca todos nós que cremos para que experimentemos uma alegria inextinguível que só é encontrada e nutrida nas Suas promessas irrevogáveis.Essa exultação deve ser tão intensa a ponto de prevalecer sobre as eventuais dores e tristezas deste período efêmero de vida por mais duras e indesejáveis que forem algumas experiências. Notemos que tal instrução não visa produzir um otimismo cego que atenua a dor através da ilusão. Não. Estamos diante de um apelo à lucidez espiritual que produz um gozo devidamente alicerçado em convicções sobre realidades que o Senhor garante que serão as nossas. Essa é a nossa esperança
As lágrimas da vida terrena devem ser enxugadas pelo júbilo da vida eterna!

Em segundo lugar, o Senhor nos convoca à paciência na tribulação. "Aguentem firmes diante dos problemas e aflições atuais e futuros!". "Suportem sem desanimar!".Não é possível viver sem problemas e sem sofrimentos na vida terrena. O Senhor nunca nos prometeu livramento total, mas força sobrenatural! "...porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" 2Co 12:10. O Senhor nos ensina que as tribulações não são somente inevitáveis - "no mundo, passais por aflições" Jo 16:33. Elas são também necessárias para nosso desenvolvimento. Há certas virtudes cristãs que são forjadas por Deus em nós mediante as tribulações e as dores inerentes às mesmas. Perseverança, paciência, domínio próprio, longanimidade, mansidão, dependência são alguns poucos exemplos deste princípio tão vívido. A Palavra nos ensina que devemos nos "gloriar" nas tribulações e nos benefícios subsequentes (Rm 5:1-5). Um santo "gabar-se"; uma santa celebração pela manifestação dos problemas que aperfeiçoam o caráter.  
As dores aperfeiçoadoras da vida terrena devem ser suportadas mediante o poder daquele que dá a vida eterna! 

Em terceiro lugar, o Senhor informa que deseja ouvir orações frequentes e persistentes. É essencial entendermos que a oração não é, como alguns equivocadamente pensam, um instrumento misterioso capaz de mobilizar o divino para atender todas as audaciosas expectativas e exigências daqueles mais afortunados que oram com uma "fé" poderosa.
A oração é uma prática relacional, é um canal de comunicação através do qual a vontade do Pai é conhecida e realizada em Seus filhos. Ele só atende o que é pedido conforme a Sua vontade (Jo 5:14-15), e nós descobrimos qual é a Sua vontade pedindo: o que é concedido está de acordo com a Sua vontade. O que não é, não está (ou ainda não é o momento!). Há, entretanto, coisas que o Pai não concede, embora queira, simplesmente porque não são pedidas - ou por que são mal pedidas! (Tg 4:2-3).
O privilégio de clamar ao Pai na vida terrena deve ser maximizado pelos agraciados com a vida eterna!

Alegria na esperança, paciência na tribulação e perseverança na oração. Que o Senhor nos conceda muitos triunfos na proporção do valor que dermos a este triplo trunfo!

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edital450Editorial da Semana: Oswaldo Carreiro.
Aproveitando esta época do ano em que se presta homenagem às mães, gostaria de levá-lo a considerar o seguinte princípio bíblico:

Pv 31.30  "A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme ao Senhor será elogiada".

Estas palavras em Provérbios por mais importantes que sejam, parecem estar fora de moda em nossos dias. O que mais se vê, hoje,  na nossa sociedade feminista, é a preocupação exagerada pelo que é exterior, passageiro ou efêmero. A mulher, normalmente, tem sido regida pela opinião dos outros e o seu grande desejo é agradar as pessoas. Consequentemente ela colhe frustração, ansiedade, tristeza, pois jamais satisfará seu próprio coração se continuar menosprezando os valores para uma vida realmente feliz e bem sucedida e buscando satisfazer outro ídolo.Deus propõe o caminho melhor, o caminho da alegria, da sensatez, da sabedoria e do elogio que receberá se ela andar no temor do Senhor, levando em conta, em primeiro lugar o que Ele julga importante, Sua vontade, Sua Palavra, Seu Senhorio.Observe que Provérbios termina com o mesmo princípio destacado no capítulo primeiro:

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Ary Veloso 1935 - 2012 Um legado Ministerial

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edital449Editorial da Semana: Fernando Leite.
Quanto mais jovem se é, parece ter menos importância o passado. A valorização da história é proporcional ao tempo da própria vida pessoal, e isto pode ser por causa da compreensão que se faz necessária da razão porque as coisas são como são.

Nestes últimos dias acompanhamos  o estado de saúde do Ary se deteriorar, de foma que veio a partir e estar com o Senhor nesta Quarta, 25 de Abril. O Ary foi fundamental para o início da IBCU em 1984. Foi dele a visão de ter uma igreja na Cidade Universitária em Campinas. O Ary não foi marcante somente para nós, mas para a igreja brasileira e para o Reino de Deus no Brasil. Dentre tantas qualidade e peculiaridades que fizeram do Ary a personalidade marcante que foi, quero destacar somente uma que permeava todo o seu ser e vida. O Ary foi destemido, ousado e corajoso. Isso não no sentido de valente ou guerreiro, mas algo bastante discreto. Seu destemor, ousadia e confiança se manifestava de maneira muito prática:



Quebra de paradigmas
- O Ary surgiu no meio cristão numa época em que a forma de ser igreja, culto, e pregação, o ministério em geral, era muito tradicional e engessado. O Ary trouxe uma pregação descontraída, criativa, muito bem humorada e muito aplicável. A primeira igreja que fundou tinha uma quadra no que seria a 'casa de Deus'. O louvor fugia aos padrões tradicionalistas e incluia principalmente cânticos numa linguagem contemporânea. Isso foi uma revolução que abriu as primeiras portas por um ministério liberto das algemas que o limitavam e corroiam.

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Praticantes da Palavra.

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edital448Editorial da Semana: Wagner Fonseca. “Aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade” 2Tm3.7.

Sobre esse versículo bíblico A .W.Pink, teólogo e pregador do inicio do século passado alerta o seu rebanho sobre o perigo da hidropisia espiritual. “As pessoas ouvem um pregador após outro, vão a esta e àquela conferência, leem livros e mais livros sobre temas bíblicos, todavia, jamais chegam a um conhecimento vital e prático da verdade, de modo que em sua alma fiquem gravados o poder e a eficácia da verdade”.

O autor alega que “quanto mais ouvem, tanto mais desejam ouvir. Bebem sermões e discursos com avidez, mas sua vida não muda, em nada para melhor. Antes, sentem-se orgulhosos de seu conhecimento e não se humilham diante de Deus”.

Como filhos de Deus nosso dever é conhecer a Deus bem como sua vontade para nossas vidas, mas o Senhor exige de nós uma prática consciente deste dever. Na IBCU somos expostos a verdades das Escrituras frequentemente nos cultos, escola bíblica, koinonias, discipulados, aconselhamentos.

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Sabedoria e redes sociais

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edital447Editorial da Semana: Fernando Leite.
"Quando são muitas as palavras o pecado está presente, mas quem controla a língua é sensato."
Pv 10.19

"Até o insensato passará por sábio, se ficar quieto, e, se contiver a língua, parecerá que tem discernimento." Pv 17.28

Passagens bíblicas como essas são clássicas e, portanto, bem conhecidas. O conceito chave ensinado nelas é que o muito falar potencializa o pecado e a insensatez, ao passo que a contenção da língua promove e transmite sensatez e discernimento. Este conceito era muito mais contido antes do fenômeno das redes sociais, pois aquilo que se falava, normalmente estava restrito ao contexto onde se falava.

Nos dias de hoje, o ato de escrever nas redes sociais dá oportunidade à proliferação de insensatez, e consequente juízo, ou de sensatez e consequente edificação. Tanto o pecado quanto a santidade alcançam hoje esferas nunca antes imaginadas.

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O Cordeiro de Deus

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edital446Editorial da Semana: Héber Diniz.

Quando João Batista apontou aos seus discípulos quem era Jesus ele disse: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Estas palavras tinham um peso incrível.

Durante quase mil e quinhentos anos os hebreus conviviam diariamente com a realidade dos sacríficios de cordeiros (e outros animais) cujo sangue “cobria” os pecados até a vinda do Messias que libertaria o povo dos seus pecados apagando-os de uma vez por todas (Hb 9.11-14).

João Batista tinha plena convicção do simbolismo que essa prática envolvia. Mas ele também teve plena convicção que de Jesus era maior do que qualquer sacrifício. As expectativas mais intensas de libertação tomaram forma em Jesus Cristo.

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